Guia definitivo para viajar com seu cão sem problemas

Guia de Viagem com seu cão, serve para outros animais também como nossos queridos gatos

Antes de pegar a estrada com seu pet, é recomendável ter alguns cuidados. Afinal, preocupações com horários e saber como equipar e transportar seu bichinho da forma mais segura fazem toda a diferença no passeio.

O principal conselho é viajar com calma, sem a obrigação de ter horário de chegada. Assim não haverá a necessidade de exceder a velocidade nem o desconforto de completar o percurso sem fazer algumas paradinhas.

Guia definitivo para viajar com seu cão sem problemas  Guia definitivo para viajar com seu cão sem problemas

Quando estamos acompanhados de animais de estimação, é interessante a cada duas ou três horas parar para dar água e deixá-lo andar um pouco para relaxar.

A escolha do horário também tem sua relevância. Como eles também sofrem nos congestionamentos, é preferível dar preferência aos dias com menos movimentação nas estradas e nos horários mais frescos do dia. Evite alimentá-lo antes na viagem, eles têm capacidade de armazenamento e podem agüentar várias horas sem comer.

É válido, colocar no local onde ele irá ficar, além de jornais e toalhas velhas, um brinquedo que ele goste ou alguma peça com o cheiro do dono, assim ele ficará mais calmo. Tenha cuidado ao transportar o animal, assim seu amigão estará bem acolhido e você estará dentro da lei. De acordo com o atual código de transito brasileiro, conduzir animais na parte externa do veículo é considerado uma infração grave, com a punição de cinco pontos na carteira de motorista.

Para a maior segurança, em dias quentes utilize telas próprias para janela e lembre-se de quando for parar o carro por algum tempo, jamais deixar seu companheiro lá dentro, já que os cães não conseguem dissipar o calor.

Transporte (viajando de avião)

caixa cao  Guia definitivo para viajar com seu cão sem problemasSeja para mudar de endereço, participar de exposições no exterior ou simplesmente para acompanhar o dono, os animais domésticos ganham cada vez mais espaço nos aviões. Um levantamento do Instituto Pasteur, indica que a maioria dos cães que viaja em aviões é de uma das raças: Poodle, Schnauzer ou Yorkshire.

Em geral, as empresas limitam a quantidade de animais por vôo, portanto o primeiro passo para ir aos ares com seu amigão é fazer a reserva com certa antecedência. Além disso, as regras para embarque dos pets variam entre as companhias, o mais indicado é verificar como a sua age. Algumas permitem apenas que o bicho viaje em um compartimento especial do avião, outras aceitam que eles sejam levados na cabine junto ao dono.

A Air France, por exemplo, só permite animais com menos de quatro quilos dentro da cabine, já a TAM libera até 10 kg, mas proíbe qualquer animal na primeira classe. Geralmente, os cães-guia podem ser transportados na cabine de clientes, desde que as medidas sanitárias sejam respeitadas, ainda sim o transporte dele está sujeito à disponibilidade de assentos na aeronave.

Vale ressaltar que para esse serviço é cobrada uma taxa, que varia de acordo com o peso do animal. Não custa lembrar que no embarque via check-in, só serão aceitos animais domésticos, pesando até 30 kg, acima disso, eles viajam como carga. Como as empresas não se responsabilizam pela higiene dos animais, é fundamental verificar se o bicho está sem odores desagradáveis, às companhias podem negar o embarque caso eles não estejam limpos.

Formas de compartimento

Pequenas ações são capazes de trazer mais segurança no transporte dos animais e tranqüilidade ao dono. Alguns instrumentos além de trazerem proteção ao animal, facilitam a vida do motorista, como as grades para carros e os cintos de segurança. Já a caixa de viagem pode ser usada em qualquer forma de passeio: de carro, de ônibus e até de avião.

Caixas de transporte

As caixas de transportes são seguras, confortáveis e garantem a segurança para os animais. Elas são feitas levando em conta as medidas de cada animal, ele deve conseguir ficar em pé e completar um giro de 360 graus. As opções possuem uma alça para transporte, além de trava para fechamento das portas e fendas para ventilação. É aconselhável escolher um modelo com cantos arredondados, para facilitar a limpeza. O piso interno deve ser revestido ou provido de um material que absorva urina e fezes, evitando vazamento durante o transporte.

Grade para carros

Sabendo que transitar com pessoas, animais ou cargas na parte externa dos carros é considerado uma infração grave, você pode evitar problemas com a lei e passear com seu animalzinho de forma mais segura. Para isso, basta equipar o carro com as grades de segurança especiais, que restringem os cães à traseira de uma caminhonete. Isso protege o animal ao evitar que eles sejam projetados para frente ao frear repentinamente o carro.

Cintos de segurança

Para reduzir ainda mais o risco de acidentes de carro envolvendo você e seu pet, vale a pena investir em cintos de segurança específicos para animais de estimação. O cinto tem a vantagem de manter o motorista concentrado na estrada e não nas ações de seu bichinho. Sem essas perigosas distrações, com toda a certeza o passeio ficará muito mais agradável.

DICAS

É cada vez mais comum os animais de estimação viajarem junto aos seus donos, em carros, ônibus e também em aviões. Vale lembrar que para cada passeio é fundamental tomar algumas medidas. Lembrando que a idade mínima aconselhável para qualquer viagem é de dois meses de idade.

Para uma viagem de avião

1. O primeiro passo é lembrar-se de fazer a reserva com antecedência, as empresas limitam a quantidade de animais nos aviões;

2. O suporte deve ser de material plástico ou em fibra de vidro e deve permitir que o animal fique em pé e gire em 360 graus. As dimensões variam de acordo com o modelo da aeronave, podendo ser 140 x 112 x 84 cm; 300 x 86 x 104 cm ou 224 x 74 x 89 cm. Você pode comprá-la diretamente da companhia aérea, consulte-as para verificar as normas e as tarifas específicas;

3. Os humanos não são os únicos a se estressarem com o tempo de viagem, para que seu amigão tenha o maior conforto, dê preferência a vôos sem escalas;

4. Para evitar que o bichinho acabe com toda a água de uma só vez, ponha água congelada, assim ele irá bebendo a água à medida que for descongelando. O animal tem reservas e pode ficar sem comer, mesmo em uma longa viagem. Se ainda assim preferir alimentá-lo, lembre-se que os pratos de comida e água devem ficar fixos na caixa de transporte;

5. É preciso apresentar um comprovante de vacina anti-rábica datado de no mínimo um mês (vinte dias) antes da data prevista para o embarque, e a vacina deverá ter sido tomada menos de um ano antes da data de viagem;

6. Os cães têm dificuldade em regular sua temperatura corporal, por isso durante as épocas mais quentes, viaje de noite e nas frias, de manhã;

7. A carteira de vacinação deve obrigatoriamente trazer os seguintes dados: etiqueta da vacina constando o laboratório produtor, o tipo e o número da partida. É necessário também um atestado emitido pelo médico veterinário até no máximo 10 dias antes do embarque;

8. Tenha em mãos todos os documentos.

9. Não é obrigatório sedar o bicho. O calmante é usado em último caso, para animais agressivos ou por recomendação do veterinário;

10. Se seu gato estiver viajando como carga, coloque uma etiqueta com o local de destino e dados para contato, além de instruções sobre fornecimento de comida e água.

DOCUMENTAÇÃO (PREPARATIVOS)

Viajar com um cão ou com um gato é uma tarefa meio complexa e necessita de tempo para planeja. O dono deverá providenciar toda a documentação necessária para o embarque de seu pet, incluindo permissão de exportação, importação, trânsito, certificados de saúde e vacinação. É preciso começar a preparar a documentação com antecedência, dependendo do local de destino, a papelada pode demorar seis meses para ficar pronta.

Basicamente, para conseguir embarcar o animal para o exterior, ele precisa estar vacinado contra a raiva, ter atestado de saúde, emitido por um veterinário (válido por 10 dias) e obter o Certificado Zôo Sanitário Internacional (CZI), emitido pelo Serviço de Gestão da Vigilância Agropecuária (Vigiagro), do Ministério da Agricultura. O problema é que alguns países têm exigências próprias e dificulta, até proíbe, a entrada de determinados animais em seu território.

Já para viagens nacionais, desde 2007 não é mais necessário tirar o Guia de Transporte Animal, o GTA. Esse documento era obtido por meio de veterinários credenciados pelo Ministério da Agricultura e servia para atestar a sanidade do animal.

Tenha atenção redobrada com as empresas aéreas, elas cobram o transporte por peso, dessa forma o animal é pesado e multiplica-se o total por uma porcentagem da tarifa cheia do vôo. Esse valor varia de acordo com a empresa. É importante checar ainda se o país de destino cobra algum tipo de taxa ou imposto para a entrada do pet.

O exame de anticorpos contra a raiva é emitido pelo Instituto Pasteur, em São Paulo. Para mais informações, em São Paulo: postos nos aeroportos de Guarulhos (11-6445-2800), Viracopos (Campinas/SP) e na Rua Treze de Maio, 1558 (11-3251.0400 ou 0800-551-059). No Rio de Janeiro, o Vigiagro fica na Rua Rodrigues Alves, 129, 7º andar.

DOCUMENTAÇÃO INTERNACIONAL

Basicamente para embarcar com seu bichinho de estimação basta Certificado de Vacinação anti-rábica, o Certificado Sanitário e o Certificado Zoo Sanitário Internacional (CZI). Saiba um pouco mais sobre esses documentos, lembrando que cada país tem suas regras para aceitar os animais, veja o caderno de Internacional para tirar suas dúvidas.

Certificado de Vacinação anti-rábica

Apenas para animais com mais de 3 meses de idade. Deve constar o nome do laboratório, o tipo da vacina e o número da ampola utilizada. A vacina precisa ser aplicada no mínimo 30 dias antes do embarque.

Certificado Sanitário

É emitido pelo veterinário e devem conter a raça, o nome, a idade, a origem do animal, estado geral e o nome do proprietário. O modelo do documento se encontra com o Ministério da Agricultura e é preenchido pelo veterinário. A validade é de três dias, a partir da data de emissão.

Certificado Zoo Sanitário Internacional (CZI)

Válido por 10 dias a partir da data da emissão. É gratuito e emitido pelo Serviço de Gestão da Vigilância Agropecuária, do Ministério da Agricultura.

Exigências Especiais

Estados Unidos  Guia definitivo para viajar com seu cão sem problemas

Estados Unidos

Um dos países mais fáceis de visitar com seu pet é a terra do Tio Sam. Basta a implantação de microchip de identificação padrão internacional, com cadastro em órgão internacional; a carteira de Vacinação atualizada e o atestado veterinário comprovando que o animal está em condições de viajar e o CZI.

Mesmo fazendo parte dos Estados Unidos, o Havaí tem Legislação Estadual própria e define que para desembarcar o animal deve ter tomado ao menos duas doses de vacina anti-rábica, com um intervalo mínimo de 90 dias entre elas; exige quarentena de 120 dias dentro do Brasil e quarentena adicional de 5 dias no Havaí. Além disso, o animal deve ser vermifugado, no máximo 14 dias antes da chegada e não são aceitas fêmeas com mais de 45 dias de gestação ou filhotes.

Austrália

Como o Brasil não está livre da Raiva, não é autorizado a enviar seus animais para a Austrália, o país é um dos mais exigentes quanto os pré-requisitos para a liberação da entrada de animais.

A única solução é que o animal permaneça em um país autorizado por seis meses para naturalizar-se, e, assim, poder embarcar para a Austrália. Após os seis meses de reclusão, é necessário apresentar o atestado de vacinação anti-rábica e contra as doenças cinomose, parvovirose, para-influenza, leptospirose, Bordetella e bronchiseptica. Já os gatos, devem ser vacinados contra panleucopenia, rinotraqueíte e calcivirus.

Depois de passar por tudo isso, ainda é preciso a pedir permissão de importação, requerida junto ao governo australiano, e fazer reserva no centro de quarentena. Caso não haja vaga, o animal será enviado ao Brasil. Mesmo cumprindo essa rígida exigência, algumas raças ainda não são aceitas: Dogo Argentino, Fila Brasileiro, Tosa Japonês, Pit Bull Terrier ou American Pit Bull, Presa Canário, ou qualquer mistura com essas raças.

União Européia

Os países exigem o exame de anticorpos contra a raiva, emitido no Brasil apenas pelo Instituto Pasteur, em São Paulo, este exame de sorologia demora aproximadamente 90 dias para ficar pronto. Pedem ainda quarentena pré-viagem, neste período o animal não pode viajar para outras cidades brasileiras. É preciso quarentena de 90 dias dentro do Brasil e o animal deve ser tratado preventivamente contra echinococcus sp e carrapatos. Na Suécia, é necessária a vacina contra a leptospirose, já para o Reino Unido, é obrigatória a quarentena de 180 dias, em uma das Quarantine Premises, a mais próxima do destino.

Uma observação para a Espanha que além desses requisitos, ainda proibe a entrada de determinadas raças como: Pit Bill, Staffordshire Terrier, American Staffordshire Terrier, Rottweiler, Dogo Argentino, Fila Brasileiro, Tosa Inu e Akita Inu.

China e Japão

Para a China, é preciso um período de quarentena de 15 a 30 dias com a necessidade de solicitar, junto ao governo chinês, a autorização para a entrada do animal. Assim como outros países, proíbe a entrada de algumas raças: Pit Bull Terrier, Fila Brasileiro, Tosa Japonês e Dogo Argentino.

Um pouco mais exigente, o Japão requer o atestado veterinário anti-rábica, sendo que os cães com 91 dias de idade devem ter sido vacinados duas vezes, com intervalo superior a 30 dias. Pedem também a titulação de anticorpos contra a raiva e a quarentena de 180 dias no Brasil.

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SAIBA MAIS SOBRE A CIZ

No caso de viagens internacionais, os pets precisam do CZI (Certificado Zoo-sanitário Internacional). Este documento é emitido pelo Ministério da Agricultura, gratuitamente, nos principais aeroportos.

Para a sua missão são necessários:

1. Atestado de saúde emitido por médico veterinário com no máximo três dias de antecedência da data do dia de emissão do CZI.

2. Apresentação do comprovante de vacinação anti-rábica é obrigatória para animais com mais de três meses de idade, aplicada há mais de 20 dias e menos de um ano, assinado por médico veterinário. Dados obrigatórios do comprovante de vacinação: etiqueta da vacina constando o laboratório produtor, o tipo e o número da partida.

BEM ESTAR – ALIMENTAÇÃO

Carro, ônibus, avião, independentemente de qual seja o transporte escolhido para a sua viagem, evite alimentar seu pet antes e, principalmente, durante o passeio. É aconselhável não dar alimentos pesados nem muita água antes do embarque, pois seu animal poderá enjoar no trajeto.

Ao chegar ao local de destino, não se preocupe se o pet perder a fome. Isso acontece porque ele ainda não está acostumado com o novo ambiente, nesse caso o melhor é oferecer uma alimentação com alta palatabilidade. Para solucionar o problema, basta misturar à ração convencional meia lata de ração úmida para gatos, ou acrescentar um caldo bem saboroso. Agora, cuidado para que isso não se torne um hábito.

Além disso, você poderá curtir boa parte do passeio na companhia do seu bichinho, de uma forma geral não é difícil encontrar locais que aceitem animais de estimação. Até mesmo os restaurantes já estão se adaptando para recebê-los, os que têm espaços abertos e os quiosques são os mais receptivos. Neles, os garçons apenas recomendam que as pessoas com animais ocupem as mesas laterais, já se o cão for mal educado o dono corre o sério risco de ser convidado a se retirar.

BEM ESTAR – SAÚDE

A saúde do seu bichinho deve ser uma fonte constante de cuidado, ainda mais antes de pegar a estrada. A primeira medida quando se pensa em viajar é levá-lo ao veterinário para fazer um check-up.

Os especialistas não aconselham que os animais idosos nem os filhotes, com até 4 meses de idade, saiam de casa pois eles requerem cuidados especiais. É comum que os mais velhos tenham patologias, como problemas cardíacos, já os novinhos ainda não completaram a carteira de vacinação e estão desprotegidos, não podendo entrar em contato com outros animais.

Outro fator que altera o metabolismo do bicho é colocá-lo exposto a um ambiente de estresse, como ocorre em viagens muito longas. Muitos cães ressentem-se no caminho e acabam estranhando o novo local, eles chegam a sofrer com diarréia ou inapetência. A sorte é que eles se adaptam rapidamente à nova realidade. Em geral, os gatos estranham mais que os cães.

BEM ESTAR – DICAS

1. Procure levar seu pet ao veterinário para um check-up antes da viagem.

2. Certifique-se que ele tenha tomado todas as vacinas necessárias.

3. Exercite seu animal antes da viagem. Isso irá deixá-lo mais cansado e relaxado para encarar a jornada.

4. Identifique seu animal, colocando na coleira o nome e o endereço de onde você possa ser encontrado, caso seja necessário, bem como o endereço e nome da pessoa que o estiver esperando.

5. Evite colocar música alta, pois isso irá irritar seu animal de estimação.

6. Nunca deixe seu animal dentro do carro, mesmo com as janelas entreabertas. A temperatura dentro de seu veículo pode chegar a níveis insuportáveis, mesmo à sombra.

7. Nas paradas, mantenha seu animal junto a você com guia e coleira, no caso de cães ou nas caixas de transporte, caso sejam gatos.

8. Forneça ventilação adequada e procure viajar nas horas mais frescas do dia ou mesmo à noite, para evitar o estresse térmico.

9. Não lhe dê comida ao menos três horas antes da viagem e leve a ração para que não haja uma mudança em relação à alimentação dele durante o passeio.

10. Antecipe a reserva em aviões que transportam animais, pois as vagas costumam ser limitadas.

HOSPEDAGENS

Na Europa e nos Estados Unidos já é uma prática comum os hotéis receberem animais como hóspedes. Um exemplo é o conhecido hotel Pierre, em Nova York, ele conta com uma programação especial para agradar aos bichinhos.

Além de biscoitos e ração, servidos em pratos de porcelana, há refeições especiais como a pipoca com essência de anchova, sempre acompanhada por água mineral. Ao final, o bichinho ganha uma sessão de massagem.

No Brasil, esse processo ainda está caminhando, alguns hotéis já aceitam gatos e cães pequenos no próprio quarto do dono, outros mantêm algumas restrições, como a circulação dos bichos nas áreas de piscina e restaurante.

Há também os que criam em seu espaço canis e áreas de lazer especialmente para os pets. Mesmo sem grande requinte, muitos hotéis brasileiros se dedicam a agradar pets e donos em seus ambientes, certamente essa moda vai pegar.

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3 Comentários

  • Olá, eu vou ganhar de meu tio um cachorrinho da raça poodle toy só que ele ainda é filhote.Meu tio vai vim de carro e da cidade de onde ele mora até a minha são 8hs de viagem e eu gostaria de saber se dá para viajar com um filhotinho dessa distância toda e se não vai prejudicar ele o cachorrinho?

  • Olá, tenho um filhote de schnauzer de 2 meses e mês que vem terei que viajar para o Rio de Janeiro e levarei ela comigo. Você sabe me dizer se de acordo com essas dimensões do kennel permitidas pelas companhias aéreas é possível levar um schnauzer?? Ela ainda filhote sei que é possível, mas e adulta??

    • Olá Juliana eu também tenho um Schnauzer de 4 meses sou de Recife vou viajar para Santa Catarina em julho. A melhor companhia aérea para transportar sei Schnauzer é a TAM que é a que eu vou viajar a TAM permite animais até 20 Kg. Como meu schnauzer tem 4 meses daqui pra julho ele vai ter 6 meses (grandinho) não acho tão seguro viajar com filhotes mais não vá por mim primeiramente procure o veterinário e veja se é necessário poder viajar com seu filhote seu filhote tem que tomar a vacina Anti-rábica antes de 30 dias ou 1 ano para poder viajar. Bjus espero ter ajudado :*