Caiu na net – vídeo entre adolescentes fazendo sexo em Ibirubá
Video entre adolescentes fazendo sexo abala Ibirubá
Confira o vídeo que não está com uma qualidade das melhores
Caiu na internet um vídeo com cenas de sexo explícito envolvendo três adolescentes e uma criança do pequeno município de Ibirubá.
Um vídeo envolvendo uma criança e três adolescentes, divulgado pela internet, abalou Ibirubá, município de 18,6 mil habitantes, na região do Alto do Jacuí. Zero Hora não divulga o vídeo para proteger as crianças. Registradas em um quarto, as cenas revelam momentos íntimos de uma menina de 11 anos e um garoto de 14 anos.
Com eles, haveria pelo menos outros dois garotos: um de 13 anos, autor das imagens, e um de 14 anos, provavelmente filho do dono do imóvel. Integrantes de famílias de classe média baixa, eles nunca passaram no conselho tutelar local. Ontem pela manhã, humilhada com a repercussão, a família da criança deixou a cidade. Fundada por agricultores de ascendência germânica, em 1954, Ibirubá é um típico município colonial.
Pelas ruas limpas e organizadas, circulam moradores que se conhecem e se cumprimentam pelo nome. É justamente por isto que o vídeo divulgado na semana passada pela internet abalou tanto a rotina dos moradores. Tudo começou com o encontro de uma criança e três adolescentes, na casa de um deles, provavelmente numa tarde de fevereiro. Enquanto dois garotos brincavam jogando videogame, a garota e um dos adolescentes foram para um quarto, onde foi feito o vídeo. As imagens começaram a ser filmadas em um celular, que chegou a armazenar 12 minutos de cenas em sua memória.
O vídeo foi enviado para outras pessoas no orkut,twitter,email, que repassaram a outros usuários, que reenviaram para mais outros, até tornar-se público na cidade. Mas o pior estava por vir: alguém resolveu postar o vídeo na internet. Desde quarta-feira, quando o caso chegou ao conhecimento da delegacia da Polícia Civil, a vida dos três garotos, da menina e de suas famílias tornou-se quase insuportável, a ponto de uma delas deixar Ibirubá. — Não dá para sair na rua que todo mundo fica apontando, cochichando ou rindo. A guria só chora dentro de casa. Começamos a receber bilhetes em baixo da porta com frases. É muita pressão.
Nossa vida virou um inferno — conta o padrasto da menina, enquanto organizava os pertences em uma caçamba cedida pela prefeitura. Sem saber como irá sustentar a família, o homem que obrigou-se a abandonar a cidade desabafa: — Para que divulgar um vídeo de crianças? Fico impressionado com a maldade humana. Igualmente constrangidos, pai, mãe e irmão do garoto de 14 anos que protagoniza as cenas com a garota chegaram a pensar em deixar a cidade. A família decidiu continuar em Ibirubá. — As pessoas olham e te apontam.
É muita vergonha. Mas será que vale a pena sair da cidade? Acho que não. Confio no meu filho, que é um piá carinhoso e de bom coração. Isso vai passar — fala a mãe do adolescente, incapaz de segurar lágrimas que escorrem pelo seu rosto.
“Inconsequência de crianças transformou-se em tragédia” Para integrantes do conselho tutelar, a inconsequência transformou-se numa “tragédia” — Eles não tinham noção do quanto iria repercutir — define uma conselheira tutelar, que, também pede para não ter o nome divulgado. A história tornou-se pública na cidade na semana passada, quando uma rádio local abordou o assunto. — Pelo que apuramos, não havia adultos no momento das filmagens. Mas queremos saber como e por que o vídeo foi divulgado. Se foi divulgado pelos adolescentes, eles serão responsabilizados pelo ato infracional — diz a delegada da Polícia Civil de Ibirubá, Diná Rosa Aroldi, que ouviu cerca de 10 pessoas.
Conforme a delegada, as imagens foram divulgadas por dois sites: um deles já teria retirado o vídeo, mas outro, cujo provedor é desconhecido, ainda estaria mantendo as cenas no ar.
Site Oficial de Ibirubá
Ibirubá – na Wikipédia
Fonte Jornal Zero Hora
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Não sou a favor da descriminação desses adolescentes, muito menos de aplausos. Pois o fato, em si, normal, no “ato” e anormal, dentro dos padrões sociais de comportamento que se espera das pessoas, pelo “fato” divulgado a as dimensões desproporcionais creditadas, deve ser visto como algo par reflexão sobre nossos padrões sociais e a cultura social que queremos, a que praticamos e a que anunciamos como correta.
Se estivesse no lugar da família, talvez agisse da mesma forma que eles, mas se estivesse no lugar deles e tivesse a conciência atual que tenho, chamaria-os para uma conversa, sem sensura, sem discriminações e explicaria as possíveis consequencias que o “ato” em si, praticado por eles, provocou na sociedade. A necessidade de se impormos certos limites para o convívio social e os resultados positivos e negativos que nossos atos provocam em nossas vidas e no mundo em que vivemos.
Como disse, o Apóstolo Paulo (S. Paulo): “Tudo me é permitido mas nem tudo me convém.”
e como escreve o apóstolo João (S. João): “Dia chegará em que tudo será revelado e nem um ato ficará oculto”. Quando esse dia chegar, aí sim, teremos que sermos nós mesmos. Sem máscaras, sem hipocrisias, sem pensamentos ocultos, sem dissimulações.
então deixen as pessouas fazeren
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nem sabe o q falam .. seus viadinho..
ele é meu tá meu amr ..
consertesa e ele ..
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