Uma Máfia chamada Corinthians

Corinthians, um dos maiores times do Brasil que tem sua história manchada por esquema fraudulentos e até envolvimento com a Máfia

Lorenna Zannard da comunidade cmm=1059289, fez pesquisas e levantamentos, apenas para colocar, em ordem, o mafioso ” time” ou empresa, que é o Corinthians..

Tive um conclusão irônica: A única sociedade que falta pro Corinthians com alguma empresa, é algum vinculo com uma empresa fabricante de óleo de peroba, para responder, e sustentar a imensa cara-de-pau do presidente corinthiano.

Máfia do Apito – 2005

Máfia do Apito foi o nome dado pela imprensa brasileira a um esquema de manipulação de resultados futebolísticos, descoberto por Promotores de Justiça de Combate ao Crime Organizado, em São Paulo, conjuntamente com o Departamento de Polícia Federal. A investigação se tornou pública por meio de reportagem da revista Veja, em outubro de 2005.

Um grupo de investidores havia  “negociado” com o árbitro Edílson Pereira de Carvalho (integrante do quadro da FIFA), para garantir
resultados em que haviam apostado em sites. Descobriu-se a participação de um segundo árbitro no esquema, Paulo José Danelon. Ambos, Paulo José e Edilson, foram banidos do futebol e, depois, denunciados pelo Ministério Público por estelionato, formação de quadrilha e falsidade ideológica. A ação penal foi suspensa em 2007 por ordem do Desembargador Fernando Miranda, do Tribunal de Justiça de São Paulo. Em agosto de 2009, o mesmo Desembargador e outros dois colegas determinaram o “trancamento” da ação penal, entendendo que os fatos apurados não traduziam crime de estelionato. A decisão encerrou, assim, na área criminal, a investigação sobre a quadrilha. Existe uma ação civil proposta pelo Ministério Público, na área do consumidor, com tramitação
em uma vara cível de São Paulo, ainda sem julgamento definido.

Na seara do esporte, os 11 jogos apitados por Edílson no Brasileirão acabaram anulados pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva, Luís Zveiter, alegando que a anulação ocorreu para remover completamente a participação do árbitro no Brasileirão, tentando assim,restaurar um pouco do prestígio da disputa.

O campeão daquele ano foi o Corinthians, que terminou 3 pontos a frente do 2º colocado, o Internacional. Se os resultados originais dos jogos tivessem sido mantidos, o Internacional teria sido campeão, um ponto à frente do Corinthians.

Em uma das partidas anuladas, Santos 4 X 2 Corinthians, levantou-se uma polêmica por conta de uma das sonoras vazadas dos grampos onde o investidor comprava a vitória do Corinthians, embora na prática o árbitro tivesse prejudicado o clube com a não marcação de duas penalidades. Segundo o Ministério Público as gravações apontavam que Edilson Pereira de Carvalho fazia jogo duplo, vendendo resultados para dois lados em diversas partidas, o que fez com que os agentes investigadores recomendassem a anulação de todos os 11 jogos arbitrados por Edilson.

Aqui, o vídeo de uma entrevista do Kajuru, com Roque Citadini,conselheiro do corinthians, que mostra a vergonha que é o vinculo com a MSI, e Andrés Sanches, que defende a mesma, como um pai que defende o filho, no caso, vice-versa.

O esquema sujo entre Corinthians, PT e a Máfia Russa – 2007

A reportagem abaixo, publicada na Revista VEJA, em setembro de 2007, relata todo o esquema sujo, entre dirigentes corinthianos e caciques do PT, na tentativa de trazer a Máfia Russa para o Brasil.

Leia com atenção.

Note que o Deputado Vicente Candido (PT), o mesmo que articulou a nova “filiação” de Andres Sanches ao partido,  e que esteve com Ronaldo Fenômeno e o presidente corinthiano, em uma festa, é o político utilizado pelos mafiosos para tentar colocar seu dinheiro sujo, no Brasil.

Candido é um exemplo de sujeira na política.

Junto com Andres Sanches, preparam o retorno de Kia Joorabchian ao País,além de contarem com a entrada de dinheiro, que viabilizará candidaturas de seus parceiros.

Eles tentam, no momento, aplicar o mesmo golpe que foi descoberto, pela Polícia Federal, no ano de 2007.

Estaremos atentos, para impedir que isto aconteça.

Confira abaixo, como a história está se repetindo.

Ainda chefe, mas de outra turma da pesada. É o que aponta um relatório da Polícia Federal em que José Dirceu é tratado como lobista em um esquema de tráfico de influência.

  Uma Máfia chamada Corinthians

Dirceu: alvo de investigação no curso da operação que desbaratou a máfia instalada no Corinthians

A Operação Perestroika, a mais recente investigação da Polícia Federal, trouxe à tona o submundo do futebol. Com base em escutas telefônicas, a PF descobriu que, desde 2004, os dirigentes do Corinthians paulista, um dos clubes de futebol mais populares do Brasil, faziam de tudo para esconder a origem do dinheiro que abastecia os cofres do clube. Oficialmente, os recursos eram da empresa MSI, uma off-shore com sede em Londres e sócios ocultos. Mas, nas conversas gravadas, fica claro que o verdadeiro dono da bola é o magnata russo Boris Berezovsky, enroladíssimo em seu país natal. As escutas levaram o Ministério Público Federal de São Paulo a denunciar, em julho, oito pessoas por crimes que vão de lavagem de dinheiro a formação de quadrilha.

Os dirigentes corintianos são acusados de realizar pagamentos a jogadores em contas não declaradas no exterior. Mas a coisa não parou por aí. VEJA teve acesso a um segundo relatório produzido pela Polícia Federal em 12 de julho deste ano, dois dias após a denúncia oferecida pelo Ministério Público (veja quadro). Nele, são descritas as atividades de uma turma da pesada que, conectada à quadrilha que maculava a história do Corinthians, praticava “tráfico de influência, advocacia administrativa e favorecimento pessoal”. O chefe dessa turma é ninguém menos que José Dirceu, o comandante do bando do mensalão.

O relatório em questão é uma decorrência das investigações sobre o Corinthians. Lista uma série de outros crimes descobertos ao longo dessa investigação e sugere que eles também sejam devidamente apurados. Dirceu entrou na mira da PF porque esteve no centro de uma operação de lobby que chegou ao gabinete da Presidência da República. Em parceria com amigos petistas, ele tentou fazer com que Berezovsky conseguisse se instalar no Brasil, na condição de asilado político. Berezovsky, que vive na Inglaterra, não pode pisar na Rússia, onde é acusado de fraudes financeiras e até assassinato. O magnata, cuja fortuna é estimada em 10 bilhões de dólares, diz que é tudo mentira. Alega ser perseguido pelo presidente Vladimir Putin. Fosse um gatuno brasileiro, Berezovsky poderia culpar também a “mídia golpista” russa.

De acordo com agentes que participaram da investigação, o trabalho do ex-ministro-chefe da Casa Civil para a máfia que tomou de assalto o Corinthians começou depois de um incidente ocorrido em maio de 2006. Nessa ocasião, Berezovsky foi detido pela PF durante uma viagem a São Paulo e teve de prestar um depoimento de oito horas sobre a parceria MSI/Corinthians. Em seguida, as remessas da MSI começaram a rarear. Isso alarmou os dirigentes do clube, que então contataram Dirceu e seus petistas para uma dupla missão: fazer gestões no governo federal para evitar outros contratempos em visitas futuras do russo ao Brasil e, ainda, conseguir a condição de asilado político para Berezovsky, o que eliminaria de uma vez por todas os problemas do magnata com a Justiça brasileira. A essa altura, as fraudes no Corinthians já eram alvo de investigação, no âmbito do Ministério Público de São Paulo.

Os promotores José Reinaldo Carneiro e Roberto Porto foram os primeiros a suspeitar que Berezovsky era o verdadeiro dono dos 32 milhões de dólares investidos pela MSI no clube. Foi a partir de uma apuração iniciada pelos promotores que a polícia conseguiu finalmente desbaratar a máfia instalada no Corinthians. Além disso, Carneiro e Porto descobriram que, em 2004 e 2005, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) havia produzido relatórios listando crimes financeiros praticados por Berezovsky na Rússia. Ainda assim, Dirceu operou no Palácio do Planalto para que se fizesse vista grossa ao prontuário do bilionário.

A nova turma da pesada de Dirceu tem, entre seus integrantes, o jornalista Breno Altman, amigão do ex-ministro e colaborador da Secretaria de Relações Internacionais do Partido dos Trabalhadores. Coube a Breno manter contatos com uma peça-chave no esquema: Renato Duprat. Ex-dono de uma empresa de planos de saúde, Duprat era o elo entre a MSI e os corintianos. Foi ele quem apresentou o iraniano Kia Joorabchian, representante da MSI no Brasil (e apontado como laranja de Berezovsky), ao presidente do Corinthians, Alberto Dualib. No relatório da PF, há a informação de que Breno manteve contatos com Gilberto Carvalho, chefe do gabinete pessoal da Presidência, para tratar do asilo ao russo. Outro alto funcionário do governo contatado foi José Antonio Dias Toffoli, chefe da Advocacia-Geral da União.

  Uma Máfia chamada Corinthians  Uma Máfia chamada Corinthians

Renato Duprat e Kia, peças do time da fraude: jogadas com petistas para facilitar a vida de Berezovsky no Brasil.

Além de Breno, havia mais uma peça importante na turma da pesada: o deputado estadual do PT paulista Vicente Cândido. Aliado de Dirceu na corrente Campo Majoritário, a maior do partido, Cândido fez gestões para que o próprio Lula recebesse Berezovsky no Palácio do Planalto. Felizmente, não foi bem-sucedido. Mas o deputado chegou a ir a Londres para participar de reuniões com o russo, sob a justificativa de que Berezovsky teria interesse em investir no país nas áreas de energia e aviação. Sabe-se que Dirceu queria participar de eventuais negócios fechados pelo russo no Brasil. Outro petista que trabalhou por Berezovsky, de acordo com a PF, foi Hélio Madalena.

Entre abril de 2003 e junho de 2005, Madalena dirigiu o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia, órgão ligado à Casa Civil, então presidida por Dirceu.

Com a denúncia apresentada à Justiça, os projetos de Dirceu e companhia envolvendo Berezovsky naufragaram. Mas esse não era o único negócio no qual a turma da pesada apostava. O relatório da PF diz textualmente que Dirceu atuava como “lobista”, “aparentemente praticando tráfico de influência”. E dá como exemplo os contatos entre o ex-ministro-chefe da Casa Civil e Darc Costa, que já ocupou a vice-presidência do BNDES. A conversa, acompanhada pela PF, aconteceu quando Darc já não exercia esse cargo. A idéia era que Dirceu fosse apresentado a um empresário que tinha firmado um contrato de 40 milhões de dólares com a República Dominicana. Dirceu tem ótimas relações com o presidente do país, Leonel Reyna, a quem já apresentou projetos na área de exportação do etanol brasileiro.

O outro negócio de Breno Altman é mais obscuro. De acordo com a PF, o jornalista alardeava ter influência sobre juízes do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo, já que “os juízes são indicados por Brasília”. A polícia só conseguiu obter informações sobre essas atividades porque pediu autorização judicial para grampear Dirceu e Breno. A PF tomou essa decisão ao perceber que o trabalho da dupla para os cartolas do Corinthians tinha um forte odor de ilegalidade. A nova turma da pesada de Dirceu não foi denunciada pelos crimes apurados pela Polícia Federal. Isso não quer dizer que escapou da Justiça. “Os fatos que não estão relacionados diretamente ao Corinthians ainda terão uma apuração específica”, avisa o procurador Rodrigo de Grandis, um dos autores da denúncia do caso MSI.

  Uma Máfia chamada Corinthians

  Uma Máfia chamada Corinthians

blogdopaulinho.wordpress.com

Corinthians trabalhando para a máfia

  Uma Máfia chamada CorinthiansLogo após vencer as últimas eleições no Corinthians, sabedor que não poderá ser reeleito, Andres Sanches, presidente do Corinthians, escancarou sua relação com a “organização” que tenta dominar o futebol brasileiro.

Defende Kia Joorabchian e Giuliano Bertolucci abertamente.

Vale lembrar da negociação do atleta Jô, realizada diretamente por Andres Sanches com Kia Joorabchian e Giuliano Bertolucci, que retirou dinheiro dos cofres corinthianos e colocou no bolso dos locupletadores.
– Bertolucci é um dos prepostos de Joorabchian no mundo do futebol.
– Em nome dele estão mais de 20 atletas no São Paulo.
– Descoberto seu “esquema” tenta agora retirá-los do clube.
– Lamentavelmente encontrou ajuda no Corinthians.

Proveniente de um presidente sem escrúpulos, vassalo dessa gente, e de uma diretoria omissa, que se cala perante mais essa ação criminosa.

Enquanto o São Paulo luta contra a máfia, o Corinthians abre suas portas novamente.
reportagem da “Folha”.

Trocando de lado

O Corinthians já acertou a contratação do garoto Lucas Piazon, de 15 anos, que entrou na Justiça contra o São Paulo.
O atacante está no México com a seleção brasileira sub-15 e, quando retornar, vai se apresentar ao clube do Parque São Jorge.
No Corinthians, o acerto com Piazon é considerado um troco ao rival pelo fato de ter perdido o meia Marcelinho, destaque da Copa SP de Juniores, para o time do Morumbi.
Na ocasião, Andres Sanchez diz ter se recusado a pagar R$ 500 mil ao jogador para seguir no alvinegro.

Rotina
No Corinthians, a ideia do presidente Andres Sanchez é a de tentar tirar um atleta por semana das categorias de base são-paulina.

Esse tem sido o discurso do cartola a seus correligionários.

2011

Após ser excluído da Fifa, árbitro diz que há corrupção na arbitragem
Gutemberg de Paula Fonseca diz que Sérgio Corrêa, presidente da Conaf, é ‘mentiroso, mariquinha e corrupto’ e resolve encerrar a carreira de árbitro.

O árbitro carioca Gutemberg de Paula Fonseca deu uma polêmica entrevista nesta sexta-feira. O principal alvo do juiz, que soube na quinta-feira ter deixado o quadro de árbitros da Fifa, foi o presidente da Comissão Nacional de Arbitragem (Conaf), Sérgio Corrêa. À Rádio Jovem Pan, Gutemberg insinuou que Sérgio Corrêa pediu favorecimento ao Corinthians. Ele ainda chamou o dirigente de “mariquinha, mentiroso e corrupto”.

Segundo Gutemberg de Paula, Sérgio Corrêa vinha exigindo nos últimos anos que os árbitros ligassem para ele assim que eram escalados para seus respectivos jogos. Assim sendo, todos recebiam alguma recomendação sobre o jogo que iriam comandar.

– Ele inventou a situação de que quando o árbitro recebe a escala, deve ligar para ele e receber recomendações. Eu tenho provas para que essa sujeirada seja lavada. Eu, por exemplo, fui escalado para um jogo entre Corinthians e Goiás, em que o Corinthians ganhou por 5 a 1. E antes do jogo, ele disse assim: “Vai lá, boa sorte. Vai apitar o jogo do Timão, hein” O que eu posso entender disso? Que se o Corinthians não ganha eu podia para o resto da vida não ser escalado. Ser punido e ficar fora. Tem muito mais coisa, tudo fundamentado e documentado com provas. A nossa relação começou a se acirrar porque parei de ligar. – disse Gutemberg à Jovem Pan sobre a partida que apitou no Campeonato Brasileiro de 2010.

Garantindo ter provas contra Sérgio Corrêa, Gutemberg sugeriu que a perda do escudo da Fifa foi uma represália, uma vez que não vinha cumprindo as “ordens” do presidente.

– Acho que voltamos aos tempos das Capitanias Hereditárias, mas na arbitragem brasileira. Ele é mentiroso, mariquinha e corrupto. Corrupção não é só a ação de seduzir por dinheiro. Mas ela é a ação de seduzir por presentes. Escalam um árbitro quando atendem aos anseios dele. Ele não convence que tenha sido por outro motivo que não seja o político, de interesse pessoal dele. Passei em todos os testes – desabafou o árbitro carioca.

Apito pendurado

Mais tarde, em nova entrevista, desta vez à Rádio Tupi, Gutemberg, que tem 38 anos de idade e poderia ser árbitro até os 45, anunciou que encerrou sua carreira no apito.

– Parei com a arbitragem. Cansei dessa sujeirada, não vou ficar atuando para ser perseguido. Parei por causa dele (Sérgio Corrêa), da perseguição dele. Imagina os novos árbitros, o que eles vão passar. Comuniquei também à minha federação (do Rio de Janeiro) e agradeci por tudo, mas parei – disse o agora ex-árbitro.

Em entrevista à Rádio Globo do Rio de Janeiro, Gutemberg afirmou que vem tendo problemas com Sérgio Corrêa desde 2007, quando entrou com um processo na 32ª Delegacia de Polícia (Taquara, Jacarepaguá, zona Oeste do Rio de Janeiro). Ele acrescenta que mesmo com a proibição de os árbitros darem entrevistas, decisão de Corrêa, não se furtou a atender à imprensa e que possui um dossiê com mais de mil documentos com provas contra atitudes de Corrêa na Comissão de Arbitragem da CBF. E afirmou que só soube que estava excluída do quadro da Fifa pelo site da entidade:

– Há um artigo da Fifa que diz que as federações e confederações podem substituir árbitros dos seus quadros, mas que precisam apresentar argumentos para isso. Gostaria muito de saber qual foi a fundamentação apresentada pela Comissão de Arbitragem da CBF para a minha saída, já que as avaliações sobre minhas atuações eram excelentes.

Para o comentarista de arbitragem da TV Globo, Arnaldo César Coelho, é necessário ver as acusações no contexto:

– O Gutemberg deve estar emocionalmente abalado por ter saído da Fifa. As acusações são graves e devem ser apuradas. Com certeza a CBF e o presidente da Comissão de Arbitragem vão mandar isso para o Tribunal de Justiça Desportiva e talvez até para a Justiça Comum. Mas, há dois anos, quando foi indicado para o quadro da FIFA, o Gutemberg achava o Sérgio bonito. Agora, quando saiu, passou a considerá-lo feio.

No fim de 2010, Gutemberg havia substituído Péricles Bassols no quadro da Fifa. Agora, Bassols retomou a posição. No último Campeonato Brasileiro, Gutemberg foi o árbitro Fifa que menos apitou. Apenas oito jogos.

globoesporte.globo.com

loading...

Escreva aqui !

3 Comentários

  • KKKKKKK!!!
    Quanta ignorancia, parabens pela pesquisa, vc conseguiu mostrar fatos q comprovam q o futebol brasileiro é corrupto, o time mais vezes campeao nacional é o são paulo, com mais titulos internacionais é o são paulo, ai é armado um esquema (MAFIA), Pro Corinthans ser o maior campeão estadual. Acorda, em 2003 vice p palmeiras, 2002 vice p santos, 2010 fluminense campeao com palmeiras e sao paulo entregando jogos p flu, e a mafia é a favor do Corinthans!!!! A para O….KKKKK