A VERDADE SOBRE INQUISIÇÃO CATÓLICA

A VERDADE SOBRE INQUISIÇÃO CATÓLICA

A VERDADE SOBRE INQUISIÇÃO CATÓLICA

Como estou vendo o protestantismo ser enxovalhado por IDOLATRAS católicos (e respeitos a quem busca à DEUS no catolicismo , o que é bem diferente, já que no primeiro caso a pessoa serve mais à pseudo autoridades humanas que a bíblia , e procura mais acusar dissidentes do que ganhar vidas, falta espiritualidade real e leitura da bíblia), resolvi sair da toca para tratar de 02 assuntos em voga no fórum : 

a) SUPOSTO MILAGRE DE FÁTIMA 
b) INQUISIÇÃO PROTESTANTE X CATÓLICA 

Como habitual , o historicismo (diferente de história) dos vencedores é que tem sido proselitado (embora o catolicismo , na realidade , fez o cristianismo ser é perdedor , pois 80% dos ateus que hoje existem , existem por terem sido escandalizados por esta história medieval vergonhosa , e recorrentes escandalos do catolicismo). 

1a ENGANAÇÃO : 
a inquisição protestante foi maior que a católica

Primeiro NUNCA HOUVE inquisição protestante , para existir deveria haver uma AUTORIDADE PROTESTANTE gerada por doutrina , e perseguições comandadas por suposto amparo doutrinário , (lembrando da regra máxima do protestantismo : SOLA-SCRIPTURA – autoridade SOMENTE pelas escrituras) , ora é evidente que uma vez restabelecido o ensino de Cristo de responsabilizarmo-nos pela salvação individual (e não aquela vergonha de vender o ‘céu’ por indulgëncias) , e agir como mandam as escrituras (e não ficar bajulando pessoas que escondem pedofilia), NÃO HÁ responsabilização conjunta , cada qual deve ser apontado pelos seus erros doutrinários e impactos oriundos. 

Assim é uma falácia imperiosamente hipócrita de generalização indevida , que alguns católicos sabem muito bem ser , mas não ‘abandonam o osso’ , pois isto seria reconhecer que nosso método (cada um per-sí , Deus por todos, pelas escrituras) é melhor , pois já faz AGORA a divisão do joio e trigo , enquanto no catolicismo muitos são obrigados a aplaudir o joio . Já a inquisição católica foi COMANDADA de alto à baixo , comando papal , por concílios (como o de tolouse), foi anuida pelo clero em peso , foram estabelecidos TORTURADORES OFICIAIS , e baseados na velha cantilena mentirosa de ‘fora da ICAR não há salvação’ , quando a frase vergonhosamente vaidosa (pecado que fez cair SATANÁS) deveria ser corrigida para : AFORA DE CRISTO E SUA PALAVRA não há salvação, pois ESTE é o significado de IGREJA , da qual CRISTO é o cabeça , e em lugar algum da bíblia é dito que haveria um papa humano como ‘goela’. 

2a ENGANAÇÃO : 
MENTIRA ENFADONHA E DESLAVADA que houveram apenas 1000 mortes na inquisição católica .

Contam-se , como bem a história nos ensina , CENTENAS DE MILHARES, a começar pela perseguição dos Albigenses/cataros e tantos outros , pois é evidente que não se contam apenas julgamentos individualizados , MUITO MENOS , a outra mentira astuta de ‘foram os susseranos , governos e reis que faziam’ , pois em todos estes casos a ICAR tinha poder de vida-morte ,poderia poupar , dar clemência , absolver , ou condenar , pouco importando (para pessoas minimamente objetivas sobre honestidade intelectual) se o procedimento tinha sido iniciado por uma queixa de autoridade , em suma – TODOS sabemos que praticamente não havia divisão entre governo e Icar na idade média, parem com lorota tão evidente. 

3a ENGANAÇÃO : 
Imputar revoltas populares como ~inquisição protestante~

NÃO HOUVE inquisição oficial protestante , aconteceu sim , é um ou outro governante , convertido ao protestantismo (em termos) ter perseguido revoltosos católicos (esta parte também sempre esquecem , pintando como se fossem sintomáticas contra ovelhas obedientes e pacíficas) . Alguns casos houveram perseguições mais desmotivadas , no entanto novamente , frutos INDIVIDUAIS e NÃO institucionais , os católicos que assim acusam , talvez queiram é justificar os ateus que acusam os padres de serem pedófilos (generalização pela generalização , embora neste caso os ateus teriam mais razão , já que É UM DESVIO DOUTRINÁRIO que dá combustível a isto , a proibição do casamento , em CLARO CONTRÁRIO à Santa Palavra) . Por fim , muitas vezes os defensores católicos ‘esquecem-se’ de relatar quem começou o que e como , vejam estes dois links : 

João Servet, o descobridor da circulação do sangue, foi queimado em Genebra, por ordem de Calvino 
R: Mentira,João Calvino era Francês,um estrangeiro não podia votar no tribunal de Genebra,embora ele concordasse com a Execução de Serveto. Outra coisa,Miguel de Serveto,não João de Serveto,descobriu a circulação pulmonar do sangue. Quem descobriu a circulacão sanguinea foi o inglês Willian Harvey, que deve ter se baseado em muito de Serveto com certeza. 

O historiador protestante Henry Hallam afirma: ‘A tortura e a execução dos jesuítas no reinado de Isabel Tudor foram caracterizadas pela selvageria e o dano físico’. 
R: A filha de Henrique VIII e Catarina de Aragão a “Bloody Mary”, católica ardente tentou devolver a Inglaterra ao catolicismo, em 3 anos matou 300 protestantes. Elizabeth I Protestante reinou 45 anos e matou duzentos católicos. 

Na Escócia presbiteriana de John Fox, durante um período de seis anos, foram queimadas mais de 1.000 (mil) mulheres acusadas de feitiçaria. 
R: Não é John Fox e sim John Knox,John Fox ou Foxe,é o escritor do livro dos mártires. 

É um mito a afirmação de que a prática da tortura foi uma arma católica na Inquisição. 
R: Mentira,no seu “Livro das Sentenças da Inquisição” (Liber Sententiarum Inquisitionis) o padre dominicano Bernardo Guy (Bernardus Guidonis, 1261-1331), “um dos mais completos teóricos da Inquisição”, descreveu vários métodos para obter confissões dos acusados, inclusive o enfraquecimento das forças físicas do prisioneiro”. 
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20091117060038AAfLGhO

Instrumentos de tortura 
Finalidades dos Instrumentos

No seu “Livro das Sentenças da Inquisição” (Liber Sententiarum Inquisitionis) o padre dominicano Bernardo Guy (Bernardus Guidonis, 1261-1331), “um dos mais completos teóricos da Inquisição”, descreveu vários métodos para obter confissões dos acusados, inclusive o enfraquecimento das forças físicas do prisioneiro”. 

Usava-se, dentre outros, os seguintes processos de tortura: 
– a manjedoura, para deslocar as juntas do corpo; arrancar unhas; 
– ferro em brasa sob várias partes do corpo; 
– rolar o corpo sobre lâminas afiadas; 
– uso das “Botas Espanholas” para esmagar as pernas e os pés; 
– a Virgem de Ferro: um pequeno compartimento em forma humana, aparelhado com facas, que, ao ser fechado, dilacerava o corpo da vítima; 
– suspensão violenta do corpo, amarrado pelos pés, provocando deslocamento das juntas; 
– chumbo derretido no ouvido e na boca; 
– arrancar os olhos; açoites com crueldade; 
– forçar os hereges a pular de abismos, para cima de paus pontiagudos; 
– engolir pedaços do próprio corpo, excrementos e urina; 
– a “roda do despedaçamento funcionou na Inglaterra, Holanda e Alemanha, e destinava-se a triturar os corpos dos hereges; 
– o “balcão de estiramento” era usado para desmembrar o corpo das vítimas; 
– o “esmaga cabeça” era a máquina usada para esmagar lentamente a cabeça do condenado, e outras formas de tortura.

http://www.cacp.org.br/cat-instru-tort.htm

Massacres protestantes?
os católicos não foram menos tolerantes:

Com a promessa de irem diretamente para o Céu, sem passagem pelo purgatório, muitos homens eram exortados pelos inquisidores para guerrearem contra os hereges. No ano de 1209, em Beziers (França), 60 mil foram martirizados; dois anos depois, em Lauvau (França), o governador foi enforcado, sua mulher apedrejada e 400 pessoas queimadas vivas. A carnificina se espalhou por outras cidades e milhares foram mortos. Conta-se que num só dia 100.000 hereges foram vitimados. Depois de acusados, os hereges tinham pouca chance de sobrevivência. Geralmente as vítimas não conheciam seus acusadores, que podiam ser homens, mulheres e até crianças.

matança dos valdenses –
Um dos primeiros grupos organizados a serem atormentados foram os valdenses. Valdenses eram chamados “os membros da seita, também chamada Pobres de Lião, fundada pelo mercador Pedro Valdo por volta de 1170, na França. Inspirada na pobreza evangélica, repudiava a riqueza da Igreja Católica”. O grupo organizado por Pedro Valdo, um rico comerciante, cria que todos os homens tinham o direito de possuir a Bíblia traduzida na sua própria língua. Acreditavam, também, que a Bíblia era a autoridade final para a fé e para a vida. Os valdenses se vestiam com simplicidade – contrapondo-se à luxúria dos sacerdotes católicos – , ministravam a Ceia do Senhor e o Batismo, e ordenavam leigos para a pregação e ministração dos sacramentos. “O grupo tinha seu próprio clero, com bispos, sacerdotes e diáconos”. Tal liberdade não era admitida pela Igreja Católica porque não havia submissão ao Papa e aos seus ensinos. Os valdenses possuíam a Bíblia traduzida na sua língua materna, o que facilitou a pregação da Palavra. Outros grupos sucumbiram diante das ameaças e castigos impostos pelos romanistas. Os valdenses, todavia, resistiram. Na escuridão das cavernas, cada versículo era copiado, lido e ensinado. Na Bíblia encontraram a Luz – uma luz forte que inunda corpo, alma e espírito… uma luz chamada Jesus. Os valdenses foram, certamente, os primeiros a se organizarem como igreja, formar seu próprio clero e enviar missionários para outras regiões na França e Itália. Tudo com muito sacrifício e sob implacável perseguição. Essa liberdade de ação motivou os líderes romanos a adotarem medidas duras contra a “seita”. Uma bula papal classificou os valdenses como hereges e, como tal, condenados à morte. A única acusação contra eles era a de que “tinham uma aparência de piedade e santidade que seduzia as ovelhas do verdadeiro aprisco”. Uma cruzada foi organizada contra esse povo santo. Como incentivo, a Igreja prometia perdão de todos os pecados aos que matassem um herege, “anulava todos os contratos feitos em favor deles (dos valdenses), proibia a toda a pessoa dar-lhe qualquer auxílio, e era permitido se apossar de suas propriedades por meio de violência”. Não se sabe quantos valdenses morreram nas Cruzadas. Sabemos, portanto, que esses obstinados cristãos fincaram os alicerces da Reforma que viria séculos depois.

O Massacre De São Bartolomeu
Os católicos franceses apelidavam de “huguenotes” os protestantes. Uma designação depreciativa. Já fomos tratados de huguenotes, hereges, heréticos, protestantes, cristãos novos, irmãos separados, crentes, evangélicos, etc. No entanto, o Pai Celestial nos chama de FILHOS. O massacre de São Bartolomeu ou a Noite de São Bartolomeu ficou conhecido como “a mais horrível entre as ações diabólicas de todos os séculos”. Com a concordância do Papa Gregório XIII, o rei da França, Carlos IX, eliminou em poucos dias milhares de huguenotes. A matança iniciou-se na noite de 24.08.1572, em Paris, e se estendeu a todas as cidades onde se encontravam protestantes. Segundo o Livro “O Grande Conflito”, foram martirizados cerca de setenta mil nesse massacre. “Quando a notícia do massacre chegou a Roma, a alegria do clero não teve limites. O cardeal de Lorena recompensou o mensageiro com mil coroas; o canhão de Santo Ângelo reboou em alegre salva; os sinos dobraram em todos os campanários; e o Papa Gregório XIII, acompanhado dos cardeais e outros dignitários eclesiásticos, foi, em longa procissão, à igreja de S.Luís, onde o cardeal de Lorena cantou o Te Deum. Um sacerdote falou “daquele dia tão cheio de felicidade e regozijo, em que o santíssimo padre recebeu a notícia e foi em aparato solene dar graças a Deus e a S.Luís”.

Para comemorar e perpetuar na memória dos povos esse horrendo massacre, por ordem do Papa Gregório XIII foi cunhada uma moeda, onde se via a figura de um anjo com a espada numa mão e, na outra, uma cruz, diante de um grupo de horrorizados huguenotes. Nessa moeda comemorativa lia-se a seguinte inscrição: “UGONOTTORUM STANGES, 1572” (“A MATANÇA DOS HUGUENOTES, 1572”). Em seu livro “OS PIORES ASSASSINOS E HEREGES DA HISTÓRIA”, o historiador e pesquisador cearense Jeovah Mendes, à pág. 238, assim registra a fatídica Noite de S.Bartolomeu: “Papa Gregório XIII (Ugo Buoncompagni) (1502-1585) – Em irreprimível ritmo acelerado recrudescia o ódio contra os protestantes em rumo de um trágico desfecho. O cardeal de Lorena, com a aprovação e bênção pontifícia de Gregório XIII, engendrou o mais horrível banho de sangue por motivos religiosos em toda a História da França ou de qualquer nação do mundo. Consumou-se o projeto assassino aos 24 de agosto de 1572, a inqualificável NOITE DE S.BARTOLOMEU, sendo nesse macabro festival de sangue, morto o impetérrito Coligny, mártir do Evangelho e honra de sua Pátria. Como troféu da bárbara carnificina, a cabeça de Coligny fora remetida ao “sumo pontífice” Gregório XIII (Maurício Lachatre, História dos Papas, vol. IV, pg. 68)”.

O Massacre Dos Albigenses
Albigenses eram os nascidos na cidade de Albi, sul da França. Em 1198, por iniciativa do Papa Inocêncio III, foram instituídos “Os Inquisidores da Fé contra os Albigenses”. Esses franceses foram considerados “hereges” porque seus ensinos doutrinários não se alinhavam com os da Igreja de Roma. O extermínio começou no ano de 1209 e se estendeu por 20 anos, quando milhares de albigenses pereceram. Fala-se em mais de 20.000 mortos, entre homens, mulheres e crianças.

O Massacre Da Espanha
Tomás de Torquemada (1420-1498), espanhol, padre dominicano, nomeado para cargo de grande-inquisidor pelo Papa Sisto IV, dirigiu as operações do Tribunal do Santo Ofício durante 14 anos. “Celebrizou-se por seu fanatismo religioso e crueldade”. De mãos dadas com os reis católicos, promoveu a expulsão dos judeus da Espanha por édito real de 31.03.1492, tendo estes o prazo reduzido de quatro meses para se retirarem do país sem levar dinheiro, ouro ou prata. É acusado de haver condenado à fogueira 10.220 pessoas, e cerca de 100.000 foram encarceradas, banidas ou perderam haveres e fazendas. Tudo em nome da fé católica e da honra de Jesus Cristo.

O Massacre Dos Anabatistas
Grupo religioso iniciado na Inglaterra no século XVI, que defendia o batismo somente de pessoa adulta. Por autorização do Papa Pio V (1566-1572), cem mil foram exterminados.

O Massacre Em Portugal
Diante dos insistentes pedidos de D. João III, o Papa Paulo III introduziu, por bula de 1536, o Tribunal do Santo Ofício em Portugal. As perseguições foram de tal ordem que o comércio e a indústria na Espanha e em Portugal ficaram praticamente paralisados. “As execuções públicas eram conhecidas como autos-de-fé. No começo, funcionaram tribunais da Inquisição nas diversas dioceses de Portugal, mas no século XVI ficaram apenas os de Lisboa, Coimbra e Évora. Depois, somente o da capital do reino, presidido pelo inquisidor-geral. Até 1732, em Portugal, o número de sentenciados atingiu 23.068, dos quais 1.554 condenados à morte. Na torre do Tombo, em Lisboa, estão registrados mais de 36.000 processos”.

Fonte(s):
http://solascriptura-tt.org/Seitas/Romanismo/InquisicaoCatolica-JFlavio.PCristiano.htm

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2 Comentários

  • Nossa! Quanta mentira em uma única postagem. Gostaria que o Arauto da Verdade pudesse nos apresentar documentos que cmprovem todas estas acusações.

    Outra coisa, SOLA SCRIPTURA é furada!

    Me responda: Como a Bíblia pode ser a unica autoridade de fé infalível se sua canonicidade foi reconhecida e aprovada pela IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA?

    Das duas uma: Ou você vai reconhecer que a Bíblia é falível ou que a Igreja Católica é infalível.

    Que saia Justa!

    Afinal como um livro infalível pôde ser reconhecido por uma Igreja falível?

    Por favor, se responder, seja honesto e não venha com o é porque é!

    Abraços