Fãs do Kiss imitam ídolos na hora de pintar o rosto

Fãs do Kiss imitam ídolos na hora de pintar o rosto

Fãs do Kiss imitam ídolos na hora de pintar o rosto

“Eu queria montar um cover do Kiss com os amigos, mas não era para eu fazer o papel de Gene Simmons. Só que na hora em que eu colquei a língua para fora, virei o baixista”. Devidamente maquiado e fantasiado, César Crepaldi, de Presidente Prudente (SP) explica sua principal característica em comum com o membro do Kiss: ambos compartilham de uma língua de tamanho descomunal.

Crepaldi é fã da banda desde a década de 70, e acompanhou todos os shows do grupo no Brasil, começando com a turnê de 1983. Encarnando Simmons desde a época, diz que mudou seu estilo com o tempo, incluindo seu traje: “No começo eu usava uma armadura de lata mesmo, cortava as bacias da minha mãe”.

Ele não é o único fã devidamente maquiado na apresentação do quarteto norte-americano nesta terça-feira (7) no show da banda na Arena Anhembi, em São Paulo. Enquanto se circulava pelo local, era muito comum esbarrar em alguém com a cara pintada. 

Teve gente que aproveitou o tempo que tinha antes do começo da apresentação para dar um tapa no visual. É o caso de Rafael Souzeguin, que via a banda pela primeira vez: “Eu tinha o ingresso do show de 1999, mas não pude ir”, lembra, enquanto era pintado por Kethlen Rose.

Alguns estilos eram mais presentes que outros – o “Starchild” de Paul Stanley, mais fácil de executar, era quase onipresente, ao lado do também popular “Devil”, represenando Gene Simmons.

Com a maquiagem parecida com a de um gato, o “Catman” de Eric Singer era mais raro, mas o menos cotado era mesmo o “Spaceman” de Tommy Thayer, por um motivo específico: exigia a adição de uma terceira cor (cinza ou prateado, no caso) sobre o tradicional preto e branco. Mas mesmo essa combinação era possível de ser encontrada, como no caso do fã Thiago Nieto: “Deu trabalho, mas vale a pena”.

 

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