Patroa espanca filho de babá em Jundiaí

Uma mulher espancou o filho da babá. O bebê, de pouco mais de um ano, está internado em estado grave, com traumatismo craniano.

O SPTV desta quinta-feira conta uma história de covardia sem fim. Uma mulher espancou o filho da babá. O bebê, de pouco mais de um ano, está internado em estado grave, com traumatismo craniano.

Nada pode justificar uma atitude dessas. A mãe da criança, a babá, também foi espancada. Tudo porque o bebê não parava de chorar. Há mais uma vítima nessa história. A filha da agressora foi encaminhada para o Conselho Tutelar, já que a mãe está presa.

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Essa é uma história que o SPTV apresenta para que quem está em casa possa se perguntar o que é possível fazer pra evitar tanta violência.

As fotos tiradas pela polícia mostram os ferimentos por todo o corpo da criança. Até quem a lida com a violência no dia a dia se surpreendeu. “O meu investigador chegou de lá chocado, na verdade, com o estado da criança. A criança está inteira machucada. Ela tem sinais de que recebeu golpes de algum objeto compatível com um cabide mesmo. A mãe conta que ela agrediu a criança com um cabide”, falou Fátima Giassetti, delegada.

O bebê, de um ano e dois meses, também sofreu queimaduras e está internado em estado grave. A mãe, Luciene Barbosa, foi agredida junto com ele. Tem marcas no pescoço e nas costas. Violência que começou há mais tempo.

“Na sexta-feira ela me esmurrou na parede. Eu estou apanhando há vários dias. Ela foi cortar alguma coisa, encostou a faca na minha boca e falou que se eu contasse alguma coisa ela me mataria”, contou Luciene.

Luciene veio da Bahia há dois meses para trabalhar como babá para Valdecina Alves de Almeida. As duas eram amigas de infância. Valdecina é garota de programa e foi ela quem espancou Luciene e o bebê.

“Eu trabalho a noite toda. Aí eu chego cansada de manhã. Eu falo vai lá para ela ir para o fundo para o menino não ficar chorando na minha cabeça. Aí a menina não dava importância. Eu peguei nervosa e, não sei como, bati no menino e bati nela. Eu acho covardia. Não podia fazer isso”, explicou Valdecina.

A comissão de direitos humanos da OAB, Ordem dos Advogados do Brasil, acompanhará o caso. Como há indícios de que mãe e filho vinham sendo agredidos há algum tempo, pode ser caracterizado o crime de tortura.

“Essa pessoa está presa por tentativa de homicídio. Essa agressão vem perpetrando ao longo do tempo. É uma série de agressões. Pelos sinais e pelas características da agressão, isso pode se caracterizar crime de tortura. É uma crime grave e imprescritível”, esclareceu Mário de Oliveira Filho, presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB.

Valdecina, que agrediu Luciene e o bebê, foi presa em flagrante por tentativa de homicídio e lesão corporal, está na cadeia da cidade de Itupeva. Quem comanda as investigações é a delegacia seccional de Jundiaí.

O bebê não corre risco de morrer. “Ela foi indiciada por tentativa de homicídio qualificado. Eu entendo que a qualificação dele seria uma tentativa de homicídio mediante tortura e outros meios cruéis. A mãe da criança foi acolhida por uma vizinha e acompanha o tratamento da criança. Ela também receberá no ambulatório da saúde da mulher um tratamento psicológico”, esclareceu Fátima Giassetti, delegada do caso.

Qualquer um pode ligar para o disque-denúncia, sem se identificar. O número é o 181.

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  1. que vontade tenho de tomar todo seu sangue coloca ela na minha mão eu vou cortar ela em pedaços e depois vou saborear seu sangue ruim

  2. ESTES TIPOS NÃO TEM RECUPERAçAO , E COMO JOGAR AGUA EM
    PLANTA RUIM. O MELHOR E ARRANCAR PELA RAIZ.

  3. Un absurdo o que acontece com nossas crianças.
    acredito que uma pessoa que tortura uma criança desta maneira ,tinha que levar o mesmo castigo , ser bem torturada, pra sentir na pele.
    Sou plenamente a favor da PENA DE MORTE no Brasil.
    Mas penso que vou morrer sem ter este prazer .
    Pois tudo neste paiz termina em pitza.
    TENHO VERGONHA DESTE PAIS.

  4. eu quero ver um bebe apanhando e pondo a cabeça na privada

  5. É como sempre digo.

    As mulheres reclamam da violência doméstica porque estão no lado perdedor dos fatos. Na hora em que estão diante de um idoso ou uma criança (onde estão ficam em situação de superioridade) são elas as agressoras.

  6. isso é mais q corvadia nem tem nome para isso td so DEUS para fazer justiça

  7. Isso eh uma pessoa que não tem coração.
    To chocada tenho 17 anos e tenho uma filha de 5 mesês, cada linha que eu lia eu imaginava minha filha,por que infelismente isso ésta virando comum.
    Tenho penadessa mãe !!!

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