Sexo oral entre adolescentes acaba mal

Pênis de garoto fica preso em aparelho de garota

Sexo oral entre adolescentes acaba mal

Sexo Oral entre adolescentes acaba na UTI do 28 de agosto

A cena de um casal de adolescentes em posição constrangedora e aterradora de sexo oral – ela debaixo de um lençol manchado de sangue – jamais sairá da lembrança de Eurídice, uma enfermeira do Pronto-Socorro 28 de Agosto, que deu o primeiro atendimento àquela cena de filme de sexo e terror. Sob os lençóis brancos da vergonha e mal estar, ela descobriu uma menina adolescente com aparelho odontológico bem visível, fazendo um “quete” na bilola de um rapaz desesperado pela dor que parecia sentir. O órgão do jovem estava simplesmente perfurado e preso pelo fio metálico que prende os breckts do aparelho ortodôntico, e quanto mais se movimentava para se livrar mais preso o pinto ficava e a dor parecia maior. Um desespero que tomou conta do serviço médico e que acabou na Unidade de Terapia Intensiva daquele serviço de emergência.

Romeu e Engrácia

A história que você está lendo já ocorreu faz mais de dois meses, precisamente em maio, na véspera do Dia das Mães, e foi mantida sob severo sigilo e ameaças em Manacapuru e às custas de muita propina em Manaus. Os nomes serão preservados e/ou invertidos para não causar constrangimento à família e em respeito ao Estatuto do Menor. Tudo se passou na tarde de um sábado chuvoso e preguiçoso nos arredores da Princesa do Solimões, a Manacapuru barrenta da Ciranda que o Brasil já degustou e onde residem Romeu e Engrácia, duas pérolas no frescor da idade e da paixão. Ele com 17 anos e ela com 16, ambos do signo de Escorpião, que costuma não deixar nenhuma gota sequer do desejo e do desvario da sensualidade escorrer pelo ralo da indiferença. Eles costumavam dizer os pais que iriam ao ensaio da Ciranda Flormatizada, onde são destacados do estilo e considerados estrela de primeira grandeza para os dançantes no Parque do Ingá, à noite. Na verdade davam um nó na vigilância e escapavam para o sótão da casa dos pais dela, onde não havia agitação no fim de semana.

Permissividade tropical

Empenhada nos preparativos da arrumação da festa, Dona Vera Lúcia iria chamar as mães da Congregação para um café da manhã no dia seguinte, uma das raras oportunidades em que aquela casa fiacava apinhada de gente estranha. O marido, Klaus Timerman, um próspero comerciante que veio para o Amazonas nos anos 80, de formação luterana, é empresário respeitado na comunidade local e traz os filhos – são três, com Engrácia – sob rédea curta. Fizera a casa nos arredores da cidade no estilo das granjas dos agricultores do sul do país e costuma manter a família distante das agitações da cultura local,muito liberada e permissiva para seu gosto. Para ele, o episódio foi um choque inaceitável. No dia fatídico ele também ouviu os gritos da filha e os urros do rapaz quando foi chamado pela esposa para socorrer a tragédia.

Urros e dor na estrada Manoel Urbano

Seguindo a mulher, que subiu as escadas do sótão aos suspiros de agonia e tensão, Klaus encontrou a filha e seu namorado em cima de um colchonete de campanha, sem roupa e naquela posição miserável que ele nunca quisera contemplar seja lá com a filha de quem fosse, principalmente quando ali estava justamente a sua garotinha, criada e educada sob os mais rigorosos princípios da Reforma Protestante de Martinho Lutero. Ele se revoltara contra a Igreja católica justamente porque a putaria corria solta na Idade Média. Que desgraça! E aí, sem clima nem motivo para qualquer reação que não fosse o socorro imediato, Klaus tratou de ajudar Vera Lúcia a transportar para o andar debaixo o casal desesperado pela dor e vexame. Rapidamente ele percebeu que a boca de sua filha e o pinto do namorada dela faziam uma conexão única que não seria nada fácil separar. Quanto mais o jovem urrava mais penetrava o fio metálico do aparelho na lateral de seu pênis.

Benga generosa de um nativo

O translado até Manaus foi uma tragédia. A duras penas conseguiu localizar alguém do prefeito, um desses aspones que costumava ir à sua loja para pedir implementos para ajudar algum eleitor. Klaus se permitia esses pequenos gestos de corrupção para não perder a freguesia municipal. A prefeitura é um grande cliente. Pois bem. Meia hora depois chegou a ambulância que deveria levar o casal boquete para Manaus. O maqueiro, de nome Olavo – de dia, porque de noite deveria chamar-se Marisete – se revelou uma benção tal a facilidade e a naturalidade com que tratou a situação. Antes de concluir a arrumação delicada dos dois na ambulância, pediu a Dona Vera um isopor com bastante gelo para aliviar o terror vivivo por Romeu. De Manacapuru a Manaus, tratou de cuidar dedicadamente do pinto do rapaz com uma desenvoltura que constrangeu a mãe da menina, que nunca, ao que parece, tinha visto uma benga tão generosa.

Emergência inusitada na balsa

Já em Manaus, depois de horas de espera da balsa que nunca vinha, e de louvar aos céus a iniciativa do governador em construir uma ponte até a capital, Klaus, Vera, Olavo e o casal, percorreram os hospitais Santa Júlia e Adventista que, simplesmente, se recusaram a tratar aquela emergência inusitada. Alegaram falta de recursos humanos e tecnológicos para atender o desvario sexual à vista. Por isso, foram bater à porta do Pronto-Socorro 28 de Agosto. Lá foi um Deus nos acuda. Klaus pediu a todos que não deixassem a imprensa se aproximar e que pagaria o silêncio de quem estivesse respondendo pelo caso.

Não foi o primeiro caso

Depois do desfile de vários especialistas em outras áreas afins, que incluiu cirurgiões, dentistas, ortodontistas e ortopedistas, resolveram operar o pinto de Romeu, retirando parte da glande dilacerada pelos ferros do aparelho dentário de Engrácia. Antes, foi preciso deslocar seu maxilar para permitir a movimentação dos utensílios cirúrgicos. Uma epopéia que a dupla jamais vai esquecer toda vez que pintar a vontade de fazer ou receber um boquete. Os médicos e odontólogos alertam para a prática do sexo oral com pessoas que usam aparelhos. No ano passado, um outro casal chegou “enganchado” também no 28 de Agosto.

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  1. OS DOIS ATUALMENTE SÃO CASADOS!

  2. hahaha…. ESSA HISTÓRIA EU CONHEÇO E BEM………… O NOME DELA É CAMILA A FAMOSA FILHA DO GERALDO MÃO DE PACA, E O NOME DO RAPAZ É JUNIOR FILHO DE UM GRANDE EMPRESÁRIO DA CIDADE…. ESSA VIROU LENDA

  3. nooossa…. eu axo q eu torava meu pinto. mas ninguem ia saber disso. q dor desgraçada esse mano deve ter sentido. nunca vi dzr q uma pessoa fosse de mpu p manaus cm um piruluto na boca… surreal…

  4. pior que isso é ter que ouvir que jesus é a solução ou algo do tipo. parem com essa palhaçada e criem vergonha na cara.

  5. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk vai la chupa nenem!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  6. o nome deles é kamila e junior.. rsrsrsrss

  7. Gostaria de ver

  8. Essa foi brutal
    eu sou de manacapuru
    meu e-mail: altairton_81ad@hotmail.com

  9. NOSSA!!! IMAGINA SÓ O CONSTRANGIMENTO… MISERICÓRDIA! SÓ JESUS NA CAUSA,Q JESUS ILUMINA VOCÊS @APENASUMATOP <TWITTER

  10. ela deveria usar aparelho movel

    • não, vc nao leu que disse ”o ferrinho que prende o breckts”’ puts agora eu acredito nisso, antes eu nao acreditava. Mas quando o ferrinho solta na boca dói pracarai, oh menina tonta viu, chupar com o ferrinho solto kkk =/ coitados

    • não, vc nao leu que disse ”o ferrinho que prende o breckts”’ puts agora eu acredito nisso, antes eu nao acreditava. Mas quando o ferrinho solta na boca dói pracarai, oh menina tonta viu, chupar com o ferrinho solto kkk =/ coitados

  11. nunca mais ele vai quer ver ela de novo mais agora ficou com o pinto do guri na boca

    ela gosto neh hehehe

  12. tadinho da menina e do menino, que os pais compriendam os jovens!

  13. Eu particularmente, acho o sexo oral uma delicia por mim não haveria nem penetração. No caso do casal foi uma infeliz casualidade, da pra fazer com aparelho é só ter cuidado rsrs

  14. O rapaz vai ficar bem esperto agora antes de deixar uma garota de aparelho fazer sexo oral com ele rsrs. . .

  15. Se fosse minha filha, depois disto eu a levaria para morar em outra cidade, imagine deixá-la passar por constantes constrangimentos, ironias e brincadeiras, psicológicamente seria afetada com consequências inusitadas e com certeza problemáticas para uma jovem em formação. Espero que os pais tiveram este bom senso.

  16. cara essa é historia mais bizarra q ja lir……rsssss

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