Novo iPad brasileiro é vendido no país pelo mesmo preço que o importado

Aparelho já pode ser encontrado, por exemplo, na loja da empresa na internet, mas consumidor ainda não será beneficiado pela redução de impostos

Novo iPad brasileiro  Novo iPad brasileiro é vendido no país pelo mesmo preço que o importado

A Apple já comercializa em território brasileiro o iPad 2 e o Novo iPad de fabricação nacional. Os dois modelos podem ser encontrados tanto na loja da empresa na internet, como também em grandes varejistas como a Walmart e Americanas.com.A taiwanesa Foxconn, que fabrica os produtos Apple, já produzia os tablets em sua planta de Jundiaí, no interior de São Paulo, desde abril. Contudo, a produção era voltada para exportação aos países do Mercosul. Apenas no final de junho, lotes começaram a ser fabricados para a venda no varejo nacional.

Preços – Apesar da fabricação local, os consumidores ainda não poderão usufruir de preços menores, como o governo havia prometido em meados de 2011, quando anunciou que a Foxconn produziria no Brasil. No site da Apple, o Novo iPad brasileiro de 32 Gigabytes, com conexão WiFi e 4G, pode ser adquirido por 2.049 reais – preço idêntico ao praticado em maio, quando o produto importado chegou ao país. No Walmart e na Americanas.com, onde há modelos nacionais e importados disponíveis para venda, o valor é o mesmo: 2.049 reais em ambos os casos.

O iPad 2, que também já possui modelo nacional, segue com o mesmo preço definido dois meses atrás, quando o Novo iPad chegou ao mercado. A vinda de seu sucessor ao país fez com que, automaticamente, os preços do iPad 2 obtivessem descontos entre 100 reais a 250 reais sobre os valores praticados na época. São esses mesmos preços que vigoram até o momento.

O iPad 2 e o Novo iPad são os primeiros modelos nacionais de tablets da Apple a chegarem ao mercado. O site de VEJA apurou que lojas autorizadas Apple, como Fnac e Fastshop, ainda não possuem o iPad brasileiro.

Incentivo fiscal – A Foxconn obteve no início deste ano a autorização do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para enquadrar os tablets na Lei de Informática (nº 8.248) e na Lei do Bem (nº 11.196), que concedem incentivo fiscal a empresas que produzem eletrônicos com um porcentual de conteúdo nacional. O enquadramento pode reduzir em até 30% o custo de fabricação do tablet.

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